<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Crônicas Particulares</title>
	<atom:link href="http://ozepelim.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ozepelim.wordpress.com</link>
	<description>e outros versos intimistas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Dec 2011 21:37:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='ozepelim.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://0.gravatar.com/blavatar/89b80f65310cfd1e8a3ebbcb59cd2506?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Crônicas Particulares</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://ozepelim.wordpress.com/osd.xml" title="Crônicas Particulares" />
	<atom:link rel='hub' href='http://ozepelim.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>O Trabalho de Amar</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com/2011/12/21/o-trabalho-de-amar/</link>
		<comments>http://ozepelim.wordpress.com/2011/12/21/o-trabalho-de-amar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ozepelim.wordpress.com/?p=439</guid>
		<description><![CDATA[Encontrar o emprego perfeito é algo quase tão difícil quanto encontrar o homem perfeito. E conquistá-lo requer, igualmente, tanta sorte quanto o primeiro. O fato é que em ambos os casos é necessário bastante carinho, dedicação, persistência, além de, é claro, uma boa série de fracassos anteriores. Demitir um considerável número de namorados também faz &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/12/21/o-trabalho-de-amar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=439&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar o emprego perfeito é algo quase tão difícil quanto encontrar o homem perfeito. E conquistá-lo requer, igualmente, tanta sorte quanto o primeiro. O fato é que em ambos os casos é necessário bastante carinho, dedicação, persistência, além de, é claro, uma boa série de fracassos anteriores. Demitir um considerável número de namorados também faz parte do processo. De forma análoga, expandir sua carreira rumo a novos desafios e horizontes é como ascender aquele flerte a um namoro série. Aumento implica em união mais estável. E quem sabe promoção, finalmente, aquele matrimônio.</p>
<p>Mas em ambos os casos, há possibilidades de naufrágio. O desemprego é um risco sempre iminente tal qual a solidão. Perder um grande emprego com chances de ascensão é quase como perder um amor com chances de vingar. E trilhar uma carreira bem sucedida deve ter o gosto parecido de veranear uma grande paixão.</p>
<p>Às vezes amar e trabalhar podem se tornar atividades muito confluentes. E que de longe, sempre deixamos que impeçam um a outra ser executada com plenitude. Não é preciso para ser bem sucedido, tornar-se um solteirão. Se todas as partes envolvidas se dedicarem com carinho e trabalharem arduamente, o sucesso será visível nas filiais ou nos filhos crescendo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=439&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ozepelim.wordpress.com/2011/12/21/o-trabalho-de-amar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/279ccbdf2dfdeed3a78c0dfe5f39c6fd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ozepelim</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Unspoken</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/24/unspoken/</link>
		<comments>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/24/unspoken/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ozepelim.wordpress.com/?p=428</guid>
		<description><![CDATA[“Entre nós dois não cabe mais nada. Nem mesmo palavras&#8230;” É desafortunadamente impressionante como tudo pode se reconfigurar no período de pós-amor. Falo dos sentimentos, na maioria das vezes, truncados entres dois ex-amantes. Duas ex-paixões. Dois. “Segure a minha mão” pode virar facilmente “não me ligue mais”. É tudo um flash. Uma fração de segundos &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/24/unspoken/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=428&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Entre nós dois não cabe mais nada. Nem mesmo palavras&#8230;</em>”</p>
<p>É desafortunadamente impressionante como tudo pode se reconfigurar no período de pós-amor. Falo dos sentimentos, na maioria das vezes, truncados entres dois ex-amantes. Duas ex-paixões. Dois. “Segure a minha mão” pode virar facilmente “não me ligue mais”. É tudo um flash. Uma fração de segundos que transforma as pessoas e seus discursos. E o término da relação se transforma em algo ainda mais avassalador do que seu começo. O desamor, algo ainda mais forte do que o próprio amor.</p>
<p>No dia 10 de julho de 2009, eu conheci alguém que certamente amaria por longa data. Mas eu ainda não sabia disso. Nos encontramos casualmente numa seleção de estágio e através de um e-mail coletivo ele me adicionou no msn. Flertes e mais flertes finalmente viraram um encontro real no cinema da Fundação num domingo despretensioso. “Ele é meio baixinho”, disse mentalmente. “Já comprei nosso ingresso” foi o que minha boca falou de fato. O filme era horrível. Saímos no meio da sessão. Eu sorrindo, ele todo embaraçado com a péssima escolha. Foi exatamente aí que senti: vai dar certo. Afinal, na minha vida, as coisas sempre começam meio truncadas mesmo. É quase dando errado que tudo flui.</p>
<p>E assim foi. Um mês e meio de absoluta fluência.  “Senti teu cheiro” e “queria ter te ligado antes” não saiam das nossas bocas. Na verdade, nós mesmos quase não saíamos das nossas bocas. Queríamos sempre o gosto um do outro. A essa altura, confirmações de amor, de carinho e confiança já eram desnecessários. Tínhamos tudo internalizado.</p>
<p>Mas eu o perdi. O destino se encarregou de uma discussão que mudou nossos rumos. E acabar foi o que pareceu mais sensato no momento. Estranhamente o final foi de tanto amor quanto o próprio começo.  Declarações de “você mudou a minha vida” ratificaram o que nem precisava ser dito. Mas tudo culminou com o fim.</p>
<p>Desde então, durante todo esse tempo eu travo uma batalha diária comigo mesmo, esforçando-me para continuar acreditando no futuro. Esboços breves de outros relacionamentos aconteceram tanto pra mim quanto pra ele. E hoje estamos cada vez mais longe daquelas três horas diárias de conversas por telefone.</p>
<p>Na verdade, sequer nos falamos atualmente. Tanto foi dito, desdito e re-dito que nos perdemos de vez de nós mesmos. E foi isso que fudeu tudo: as palavras. A pseudo-necessidade ridícula de expressar o que sentimos transformando tudo num discurso que no futuro, invariavelmente, se torna dispensável. Dispensável como a própria necessidade de falar as coisas. De dizer, dizer e dizer. De soltar os nós da garganta. Quando se paramos para ser sentatos, tanto poderia ser omitido. Tanto poderia ter salvo o rancor e ódio que as palavras carregam.</p>
<p>“Mas tudo depende do que e como as coisas são ditas?”. Mentira. Aristóteles acreditava no poder da retórica. Marx, na dialética. Mas existem situações na qual nada do que se diga acrescenta algo realmente relevante. As pessoas são sentimentos, não discursos. Principalmente discursos atrapalhados por sentimentos que sequer conseguimos decifrar.</p>
<p>O fato é que já não pronuncio mais o nome dele. Meus amigos não pergutam mais. Isso me ajuda a esquecer. O faz menor dentro de mim. E assim vou vivendo. Um dia de cada vez, um pensamento de cada vez. E principalmente uma palavra de cada vez. Até que alguém marque nova data e hora no meu calendário, mesmo que num dia de chuva ou até pra pegar uma sessão chata no cinema.</p>
<p><strong>Just leave it unspoken.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/428/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/428/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=428&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/24/unspoken/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/279ccbdf2dfdeed3a78c0dfe5f39c6fd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ozepelim</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Mhonica</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/19/mhonica/</link>
		<comments>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/19/mhonica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 12:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ozepelim.wordpress.com/?p=414</guid>
		<description><![CDATA[Mhonica. Nome de Santa. Corpo de mulher. E atitudes de ser humano. Ela tem uma mente genista e um jeito por vezes tempestuoso. E também pudera, Mhonica é mulher dos adjetivos. Banzo e descompensado foram alguns que aprendi com ela. E ela usa os adjetivos,assim, adjetivando tudo o que usa. E adjetiva as coisas de &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/19/mhonica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=414&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mhonica. Nome de Santa. Corpo de mulher. E atitudes de ser humano. Ela tem uma mente genista e um jeito por vezes tempestuoso. E também pudera, Mhonica é mulher dos adjetivos. <strong>Banzo</strong> e <strong>descompensado</strong> foram alguns que aprendi com ela. E ela usa os adjetivos,assim, adjetivando tudo o que usa. E adjetiva as coisas de forma tão linda, tão própria. Tão adjetiva. E capaz. Faz links, pontes e se vê nelas.</p>
<p>Mas Mhonica também pode ser mulher de substantivos. Do amor. Ai, o amor. E parece que ser amado por Mhonica ganha uma conotação ainda maior. Sua paixão, dedicação, desprendimento são únicos.</p>
<p>Mhonica tem o dom de falar. E mais ainda de conversar. E assim ela fala. Fala sem medo. Sem pompas. Em pouca conversa sabe-se bastante de Mhonica. Mas não se descobre. Pra isso é preciso penetrá-la. E com seu aval, é claro. Assim foi comigo.</p>
<p>Em alguns papos diários, soube que era divorciada, onde trabalhara, seu prato favorito e sua tara pelo Rio de Janeiro e Porto de Galinhas. Mas desvendá-la foi mais do que uma tarefa diária. Foi um processo que até hoje se encontra em construção. Como a própria Mhonica, que nunca cansa de se descobrir.</p>
<p>Mhonica sofre desse defeito de amar demais. De imegir profundamente no amor; de sucumbir à paixão. De pular no abismo incerto do amanhã. De dar o próximo passo rumo ao desconhecido dos sentimentos. E tudo de um jeito bastante Mhonica, pois Mhonica é humana. E mais ainda: é mulher. Altiva, do tipo que fala alto, sim, se impõe e não deixa que ninguém ponha gasolina no seu carro. Claro, tudo isso, sim. Mas ainda, assim, mulher. De também apreciar ser dedicada, fiel, cozinheira de comidinhas fáceis e dormir de conchinha.</p>
<p>Diz-se que ao casar, a mulher sempre espera que o homem mude. E ele nunca muda. Já o homem, ironicamente, torce para que sua amada continue a mesma, delicada e bela, como ele a encontrou. Mas ela muda. E Mhonica mudou. Mudou e continuou sendo Mhonica. Ela invadiu o mundo e por ele foi invadida também. Mudou tanto que se mudou. A 2089 km da sua antiga casa. Onde, como passarinho, fez um lar. Mas consciente de sua incompletude por falta dos amigos e de alguns amores. Mas, se (caso) mudar também é ser Mhonica, eu espero que bons ventos a tragam. E que dessas mudanças ela tire proveito.</p>
<p>Uma vez escrevi a Mhonica que vê-la partir não era triste, apenas difícil. Difícil como e por causa da saudade. E acredito ser saudade algo invariavelmente triste. Então me contradisse. Por outro lado, saudade, na maioria das vezes, serve para ratificar um amor existente no presente ou no passado.</p>
<p>Seja lá como for, é fato que sinto saudade. Mas isso não faz mal, nem por dentro, nem pra consciência, já que segundo Gabito Nunes: “<strong>saudade</strong> é pra quem sente <em>amor</em>; <strong>sentir falta</strong> é pra quem sente <em>vazio</em>&#8220;. E Mhonica apenas preenche.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/414/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=414&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/19/mhonica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/279ccbdf2dfdeed3a78c0dfe5f39c6fd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ozepelim</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Timing</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/18/timing/</link>
		<comments>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/18/timing/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ozepelim.wordpress.com/?p=407</guid>
		<description><![CDATA[É do senso comum que tudo na vida é uma questão de timing.  E podemos facilmente comprovar esse tipo de assertiva por frases que dominam o imaginário popular, como: “tudo tem seu tempo”, “ainda não era a hora certa”, “tinha de ser em outro momento”. De fato, ritmo e sincronia são fatores extremamente importantes para &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/18/timing/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=407&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É do senso comum que tudo na vida é uma questão de <em>timing</em>.  E podemos facilmente comprovar esse tipo de assertiva por frases que dominam o imaginário popular, como: “tudo tem seu tempo”, “ainda não era a hora certa”, “tinha de ser em outro momento”.</p>
<p>De fato, ritmo e sincronia são fatores extremamente importantes para a realização dos nossos objetivos: trabalho, conquistas e principalmente o amor. O amor, dentre todas talvez seja a coisa que mais precisa de <em>timing</em>.</p>
<p>Não bastante ter de esperar a vontade majestosa dele, não mais que de repente, resolver aparecer, também é necessário aliá-lo à sorte mega-sênica de conhecer alguém, a seu modo interessante num dado momento oportuno.</p>
<p>Quando essa equação acontece é simplesmente uma explosão. É cheiro de suor, suspiros abafados, falta de fôlego e aqueles <em>sorrisos-ejaculação-precoce</em>, como diria o cronista Gabito Nunes, ao ver quem se ama.</p>
<p>Do contrário, apenas solidão lúdica. Conhecer diariamente dezenas de pessoas e apesar disso continuar sem perspectivas.</p>
<p>Mas poderá a falta de timing ser também omissão das pessoas?</p>
<p>Se engana quem idealiza que a hora certa depende do alinhamento cíclico das 88 constelações, da sincronia nos fenômenos astrológicos interplanetários ou até mesmo num aval zodíaco do Personnare.</p>
<p>Afinidade é a maior tecnologia a serviço do amor, conectando as informações que realmente importam. E ela é a melhor opção de <em>timing</em> possível. Talvez única que realmente importe.</p>
<p>É uma ideologia ou desculpa muito medíocre pensar que dar certo com alguém depende de motivos externos, como um trabalho menos estressante, um ex menos recente: “querida, é que eu tô muito ocupado&#8230; na verdade, eu acabei de sair de um relacionamento&#8230; é porque estamos em ritmos diferentes”.</p>
<p>Sempre achei que o momento para amar é o agora. E que pessoas com esse tipo de comportamento perpendicular, com essas frases acrasíacas de senso comum só fazem é perder tempo. E pior, na maioria das vezes o nosso tempo. Infelizmente, essas pessoas não leram Clarice: “o maior inimigo da felicidade é o medo. Ou não conseguem contemplar o amanhã, o novo. Nem ministrar com maestria as diferentes órbitas da vida: amor e trabalho não precisam ser atividades excludentes. Bem como desapaixonar-se ao passo de se permitir conhecer outro não deveria ser algo necessariamente anacrônico.</p>
<p>Em todo caso, para meu maior reconforto ainda existe gente que conflui com esse pensamento. E por isso não me sinto só. E é bom encontrar nas palavras do escritor Gabito Nunes vazão para momentos únicos que não devemos deixar escapulir. “Não perca o agora, o hoje e tudo que está ao seu redor. Principalmente as pessoas. Pois, se não notou, é por elas que você busca grandes coisas. De todos os beijos que você dá, nunca saberá qual deles será o de despedida”. Carpe Diem.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/407/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=407&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ozepelim.wordpress.com/2011/10/18/timing/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/279ccbdf2dfdeed3a78c0dfe5f39c6fd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ozepelim</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Brennus</title>
		<link>http://ozepelim.wordpress.com/2011/09/27/brennus/</link>
		<comments>http://ozepelim.wordpress.com/2011/09/27/brennus/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 13:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ozepelim.wordpress.com/?p=396</guid>
		<description><![CDATA[Breno é uma variante do gaulês, brennus i.e dirigente, chefe, ou simplesmente em outras palavras: bravo. Mas essa é apenas uma das características que cercam esse rapaz, alma de moleque e jeito de menino levado, olindense, 25 anos, que ama e pensa que o mundo ainda é um lugar bom para se viver. A essas, &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/09/27/brennus/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=396&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Breno é uma variante do gaulês, <em>brennus i.e dirigente, chefe</em>, ou simplesmente em outras palavras: bravo. Mas essa é apenas uma das características que cercam esse rapaz, alma de moleque e jeito de menino levado, olindense, 25 anos, que ama e pensa que o mundo ainda é um lugar bom para se viver. A essas, como colega distante, eu também adicionaria bonito, cativante, inteligente, porém despretensioso e, por que não, um pouco cafajeste. Ele, certamente, discordaria desse último item. Mas seu sorriso alto, em tom de gargalhada, e seu olhar flamejante, como quem tem um plano pra tudo, provam o contrário.</p>
<p>O objetivo, claro, não está em discutir se Breno destrói alguns corações a bel-prazer ou se vários deles se despedaçaram com o tempo e as mudanças naturais da vida. Mas, sim, em desmistificar o adjetivo que, inevitavelmente, soa pejorativo. Mas usá-lo não é de todo ruim, nem proposital. Está indiretamente ligado ao fato dele poder confundir outras pessoas.</p>
<p>Quando o conheci achei isso. Ele tinha aquela cara de conquistador barato, que após algumas cervejas revela a que veio. E a noite foi embora e não soube a que realmente ele tinha vindo. Se vinha pra ficar ou apenas passear na minha rua. E essa foi minha primeira leitura ótica dele.</p>
<p>Mas Breno, claro, é algo mais, além de ser, ao mesmo tempo, apenas Breno. Sem muito que tirar nem pôr. E é difícil ser assim. Sê-lo e apenas sê-lo: sem ressalvas. E acho isso em essência um pouco, sim, cafajeste.</p>
<p>Mas também existem muitas de suas faces que nunca me serão reveladas. O que se pode afirmar, sem muito esforço, é que Breno tem o dom de ser indiscreto. De perguntar mesmo, como criança curiosa. E isso o torna uma espécie de relicário em espontaneidade.</p>
<p>Talvez ele não conheça, mas sua música deveria ser <em>Accidentally In Love</em>, do Counting Crows. Pois Breno, como todo <em>D. Juan</em>, também sofre de se apaixonar fácil. Inteligência e afinidade, contudo, são características desejáveis, senão <em>sine qua non</em> para que isso aconteça.</p>
<p>Breno combina com MPB, música ao vivo em barzinho à beira-mar e, claro, carnaval em Olinda. Nada de <em>tunz-tunz</em>, Breno tem jeito serelepe, mas com um forte <strong><em>s</em></strong> de sereno. Breno também combina com show de Jorge Vercillo e comer doce escondido. Em poucas palavras, a gente percebe que a simplicidade de caminhar na praia, pés descalços, mãos dadas, domingo, sol baixo e fim de tardinha é o que chamamos, para ele, de momento perfeito.</p>
<p>Seja como for Breno não me deve satisfações. E continuará a ser Breno, assim o fora antes e depois de me conhecer. Nesse intervalo resta apenas esperar algumas de suas características se confirmem, algumas apareçam, e outras até se desmanchem, diante dos preconceitos que, inevitavelmente, nos tomam ao conhecer alguém. Preconceitos que, assim como a palavra cafajeste são apenas interpretações. E nada mais.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/396/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&amp;blog=2622597&amp;post=396&amp;subd=ozepelim&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ozepelim.wordpress.com/2011/09/27/brennus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/279ccbdf2dfdeed3a78c0dfe5f39c6fd?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ozepelim</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
