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	<title>Crônicas Particulares</title>
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	<description>e outros versos intimistas</description>
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		<title>Crônicas Particulares</title>
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		<title>Nada é tão definitivo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 14:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje publico um lindo texto de Marla de Queiroz. Alguém que conheci há pouco, mas já se faz íntima, por sentimentos e afinidades literárias. Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras&#8230; O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2012/05/21/nada-e-tao-definitivo/">Continue a leitura <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=471&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Hoje publico um lindo texto de Marla de Queiroz. Alguém que conheci há pouco, mas já se faz íntima, por sentimentos e afinidades literárias</strong>.</em></p>
<p><em></em>Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras&#8230; O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente está&#8230; Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos.</p>
<p>A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. A gente aprende que a vida real, muitas vezes, nos é apresentada pulsante, em carne viva, sem maquiagem.</p>
<p>Com as veias todas à mostra. O que pode ser desagradável de se ver ou emocionante como um parto&#8230;O que posso dizer é que existem na vida pessoas sedutoras e seduzíveis por quem nos apaixonaremos &#8220;definitivamente&#8221; todos os dias e que amaremos &#8220;para sempre&#8221; hoje!</p>
<p>Sei que os grandes relacionamentos que tive foram os que me renderam as melhores metáforas. Que me despertaram uma vontade constante de ser uma pessoa cada vez melhor e mais inteira. Que me deram colo e não conselho e beijo na boca quando o silêncio ainda era a melhor resposta. Algumas dessas pessoas se foram antes que eu pudesse lhes contar uma história bonita e eu chorei feito menina. Outras ficaram até descobrir que uma caixa de Kiwis era o melhor presente que eu poderia ganhar no meio de uma tarde triste&#8230; Outras, ainda, me cobraram respostas demais e eu só sabia que nunca aprendi a andar de perna de pau porque tenho medo de altura (o que por um lado pode ser também resposta para várias outras coisas). Mas todas essas pessoas me desenvolveram e isso ficou comigo; são minhas porque faziam parte do meu potencial amoroso e elas vieram só pra me conduzir ao melhoramento do meu amor.</p>
<p>Hoje o meu grau de exigência aumentou muito porque aprendi que dar amor não é a mesma coisa que dar carência. Por isso fico sozinha pelo tempo que for necessário para ter novamente essa sensação de &#8220;encontro&#8221;. Abandonei um monte de certezas, recuso sem pudor algumas regras e desrespeito várias vezes as placas de aviso de perigo. Me divirto muito ou sofro, mas tenho cada vez mais faisquinhas nos olhos por viver as coisas em sua totalidade, sem recusar experiências e aproveitando diversas possibilidades.</p>
<p>Agora, tem um lado muito romântico meu que diz que a &#8220;tal pessoa&#8221; virá e enroscará uma margaridinha nos meus cabelos&#8230; Fazendo pousar no meu rosto o sorriso de um beija-flor e plagiará Neruda sussurrando ao pé do ouvido: &#8220;Quero fazer com você, o que a Primavera fez com as cerejeiras&#8230;&#8221;</p>
<p>É isso. Pule no tal abismo quando seu coração bater tão forte que só te restará pular. Vc só vai saber se fez a coisa certa, fazendo-a. Só se pode falar do que se conhece e não há como conhecer pela superfície, é preciso tocar verdadeiramente nas coisas e então, se deixar ser tocado por elas. O importante é lembrar que a escolha é sempre nossa e que no momento em que tudo nos foge ao controle é porque chegamos na parte mais importante do aprendizado.</p>
<p>Que o medo não tenha tanto poder sobre nós&#8230; E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores &#8211; há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/471/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=471&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os centauros estão chegando!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre mim, por Adriano Queiroz. Primeiro centauro que eu avisto é jovem, cheio de sonhos, com um arco dourado e uma flecha brilhante. Entre nós é um dos que mais briga com sua condição metade animal, metade humano, eu penso que às vezes sua mente onírica esquece que a parte de baixo é selvagem. Madson Ferreira é &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2012/05/17/os-centauros-estao-chegando/">Continue a leitura <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=465&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ozepelim.files.wordpress.com/2012/05/centauro2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-469" title="Eugène Fromentin (1820-1876)." src="http://ozepelim.files.wordpress.com/2012/05/centauro2.jpg?w=750" alt=""   /></a>Sobre mim, por Adriano Queiroz.</p>
<p>Primeiro centauro que eu avisto é jovem, cheio de sonhos, com um arco dourado e uma flecha brilhante. Entre nós é um dos que mais briga com sua condição metade animal, metade humano, eu penso que às vezes sua mente onírica esquece que a parte de baixo é selvagem. <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1349059373">Madson Ferreira</a> é um centauro de um coração pulsante, romântico como forma de vida. Um arqueiro que ao atirar em seu alvo, a flecha sente saudade de seu dono e talvez por isto, ao caçar também é caçado e torna-se presa, sendo assim um homem-cavalo que se entrega ao que quer. Mad, apesar de estar a algumas horas de distância (22/11), o que ouço daqui não é o trotar de suas patas e sim o batimento que mora dentro do seu peito. <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, centauro jornalista. Como veremos mais pra frente não é o único ligado ao mundo das palavras.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/465/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/465/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=465&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Eugène Fromentin (1820-1876).</media:title>
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		<title>Elocubrações</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 17:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu irmão já dizia que Freud de cu é rola. Minha vó, com um teoria um pouco menos simplista, e com a sapiência que só as avós têm, que não pode ser comparada à dos pais pois é mais branda e menos castrativa, me alertava que a vida não se pensa, se vive. Mas não &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2012/03/03/elocubracoes/">Continue a leitura <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=448&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR">Meu irmão já dizia que Freud de cu é rola. Minha vó, com um teoria um pouco menos simplista, e com a sapiência que só as avós têm, que não pode ser comparada à dos pais pois é mais branda e menos castrativa, me alertava que a vida não se pensa, se vive. Mas não consigo não me indagar a que rumo me leva essas andanças por terras tupiniquins. Ou quais exs poderiam não ter sido desperdiçados. Ou até mesmo que roupas eu deveria guardar para uma próxima estação.</p>
<p>A arte de antever o futuro é o enigma que mais inquieta o homem desde quando o mesmo adquiriu a consciência de tempo e espaço, como passado e presente, ainda no período Paleolítico. As pinturas rupestres nada mais eram do que esforços míticos de cunho ritualísticos, baseados na crença de que os esboços ali desenhados nas cavernas implicariam no sucesso de suas futuras caças. Assim, já no Paleolítico Superior, 40 mil anos a.C., preconizar o que estaria por vir já mostrava ser uma das inquietudes do homem pré-histórico.</p>
<p>Portanto, não é nada abismal que mesmo tanto tempo depois ainda procuremos a resposta. Só que essa busca sofisticou-se. Ganhou ajuda dos astros e do alinhamento dos planetas, como no caso da astrologia, conheceu nomes revolucionários, como Nostradamus e as civilizações Astecas e Incas, e, inclusive, se aliou, incrivelmente, à ciência, ganhando o sutil nome de prognóstico, original do grego (προγνωστικό), pelo latim prognosticu [pro="antecipado, anterior, prévio"]+ [gnosticu="alusivo ao conhecimento de"]). Ou na definição do Houaiss, conjectura do que vai acontecer. Claro, embasado em dados muito mais substanciais do que indagações. Mas, ainda assim, conservando em seu tronco o caráter de presságio.</p>
<p>Seja como for, há uma pulga atrás da orelha de todo aquele que num de seus dias mais filosóficos (nas mulheres período geralmente coincidente à TPM), tornam-se mais conscienciosos do seu papel aqui na terra e exprimem pela primeira vez o simples advérbio: por que?</p>
<p lang="pt-BR">Que razões me levaram aonde estou e quanto mais existe até onde quero chegar? E quando estiver lá o que fazer com isso?</p>
<p>A quem tem todas essas respostas elaboradas como uma redação dissertativa: parabéns.</p>
<p lang="pt-BR">Mas àqueles, como eu, que não compraram casa nem constituíram família e se perguntam: será isso mesmo um rito de passagem que todos nós devemos passar, aqui estão algumas observações.</p>
<p lang="pt-BR">Não acho justo viver em função do fatídico dia da morte, nem da inalcançável racionalidade cartesiana, que torna tudo tão métrico, e, por vezes, pesado. Nem é mera síndrome Peter Pan achar que o segredo da vida está na simples espontaneidade juvenil, que pode tornar a realidade inconsequente e pueril.</p>
<p lang="pt-BR">Então, que chaves desvendam esses 24 anos, 3 namoros falidos, 12 cachorros, 9 empregos e dezenas de noites notívagas desperdiçadas de existência?</p>
<p lang="pt-BR">Uma vez Mônica Moraes, minha ex-chefe e alguém que me inspirava muito, me disse que nos auge dos seus 35 anos de vastas experiências jornalísticas, de vida e de mulher ela também não sabia. Que, de fato, ninguém tem muita certeza disso, só tinha gente que disfarçava melhor.</p>
<p lang="pt-BR">Então, para tirar o peso do caminhar seria preciso tornar esse verbo intransitivo, sem mais a necessidade de saber aonde se vai. E sem se preocupar com o caminho, nem em perder-se, afinal como definiu Clarice Lispector, em A Paixão Segundo G.H, “perder-se é um achar perigoso e viver é a única altura a que posso chegar”.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/448/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/448/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=448&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Relações Fluidas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 01:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>

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		<description><![CDATA[“Estou apaixonado por você. Mas só por hoje. Ou melhor: até amanhã, ou enquanto dure o efeito do álcool&#8230; mas não me peça exclusividade, sabe como é que é, tem muita gente por aí, uns exs inacabados, estou trabalhando muito e também tem outras coisas e tal&#8230; você entende, não é&#8230;?”- Claro, afinal, ninguém quer &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2012/02/21/relacoes-fluidas/">Continue a leitura <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=443&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Estou apaixonado por você. Mas só por hoje. Ou melhor: até amanhã, ou enquanto dure o efeito do álcool&#8230; mas não me peça exclusividade, sabe como é que é, tem muita gente por aí, uns exs inacabados, estou trabalhando muito e também tem outras coisas e tal&#8230; você entende, não é&#8230;?”- Claro, afinal, ninguém quer ser careta.</p>
<p>Existe uma plasticidade que insistem em chamar de contemporânea no mundo do amor. Certo valor mercadológico que torna as pessoas cada vez mais descartáveis. Namorar está em desuso: vivemos um relacionamento. Rola um lance, um clima. Depois, beijos e abraços, gritos roucos. Enfim. Nada de casamentos arrendados, namoros por conveniência. Os tempos são outros. Tudo flui. Mas não chega a lugar nenhum. Afinal, como disse Caetano: “ele me deu um beijo na boca e me disse: a vida é oca como a toca de um bebê sem cabeça”.</p>
<p>É inevitável pensar que quanto mais insistimos em achar a pessoa que faça o coração valer a pena, proporcionalmente, mais confirmamos que não fazemos parte da regra. E é difícil viver em exceção. É piegas ser romântico&#8230; quer dizer&#8230; shhh&#8230; ninguém pode saber que eu quero me apaixonar. Na verdade, esquece isso. Essa coisa toda de amor.</p>
<p>Esse negócio de querer encontrar um namorado, alugar um apartamento, adotar um yorkshire e comprar um aquário enorme para sala é muito antiquado. Algo tão chato atualmente. Todo mundo procura outra coisa. E embora ninguém a ache nem saiba exatamente o que é, faz muito mais sentido ser moderno do que a ideia <em>old-fashioned </em>de <em>happy ending</em>.</p>
<p>Escrever sobre amor parece bem menos entusiasmante do que  escrever sobre traições, separações e disfunções.</p>
<p>- Lá vem aquele chato, falando de amor de novo. Esse cara só fala disso.</p>
<p>Me desculpem, é que pra ser sincero, às vezes, me sinto um tanto disfuncional no meio dessa era do não-amor e apostar em algo frívolo, efêmero e substituível. Mas tem nada não. É só um leve dissabor, afinal, ainda com Caetano: “Eu queria querer-te amar o amor, construir-nos dulcíssima prisão. Encontrar a mais justa adequação: tudo métrica e rima e nunca dor. Mas a vida é real e é de viés e vê só que cilada o amor me armou: Eu te quero e não queres como sou, não te quero e não queres como és”.</p>
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		<title>O Trabalho de Amar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Zepelim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontrar o emprego perfeito é algo quase tão difícil quanto encontrar o homem perfeito. E conquistá-lo requer, igualmente, tanta sorte quanto o primeiro. O fato é que em ambos os casos é necessário bastante carinho, dedicação, persistência, além de, é claro, uma boa série de fracassos anteriores. Demitir um considerável número de namorados também faz &#8230; <a href="http://ozepelim.wordpress.com/2011/12/21/o-trabalho-de-amar/">Continue a leitura <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=439&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar o emprego perfeito é algo quase tão difícil quanto encontrar o homem perfeito. E conquistá-lo requer, igualmente, tanta sorte quanto o primeiro. O fato é que em ambos os casos é necessário bastante carinho, dedicação, persistência, além de, é claro, uma boa série de fracassos anteriores. Demitir um considerável número de namorados também faz parte do processo. De forma análoga, expandir sua carreira rumo a novos desafios e horizontes é como ascender aquele flerte a um namoro série. Aumento implica em união mais estável. E quem sabe promoção, finalmente, aquele matrimônio.</p>
<p>Mas em ambos os casos, há possibilidades de naufrágio. O desemprego é um risco sempre iminente tal qual a solidão. Perder um grande emprego com chances de ascensão é quase como perder um amor com chances de vingar. E trilhar uma carreira bem sucedida deve ter o gosto parecido de veranear uma grande paixão.</p>
<p>Às vezes amar e trabalhar podem se tornar atividades muito confluentes. E que de longe, sempre deixamos que impeçam um a outra ser executada com plenitude. Não é preciso para ser bem sucedido, tornar-se um solteirão. Se todas as partes envolvidas se dedicarem com carinho e trabalharem arduamente, o sucesso será visível nas filiais ou nos filhos crescendo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ozepelim.wordpress.com/439/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ozepelim.wordpress.com/439/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ozepelim.wordpress.com&#038;blog=2622597&#038;post=439&#038;subd=ozepelim&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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